16 anos depois de ter lançado meu primeiro livro de poesias Doces Versos da Paixão, tive a honra de lançar no Centro Cultural Donana, onde apresento o Sarau Donana junto do coletivo Pó de Poesia, neste último sábado de 31 de maio de 2014, meu segundo livro Emaranhado pela editora Maple. A noite foi um sucesso e recebemos artistas e intelectuais de todo o Rio de Janeiro. O livro de tem prefácio de Ivone Landim e já está a venda no site da editora.
Blog do ator, escritor e educador Marcio Rufino. Um blog para quem gosta de História, literatura, arte, cultura e outros bichos.
"Marcio é maravilhoso
Marcio é divino
Marcio é moço fino
Rufino é homem com olhar de menino
Marcio é decidido
Marcio é mestre, brilha no ensino
Marcio é guerreiro...
E nesse Emaranhado Rufiniano, quero me emaranhar."
(Camila Senna)
Marcio é divino
Marcio é moço fino
Rufino é homem com olhar de menino
Marcio é decidido
Marcio é mestre, brilha no ensino
Marcio é guerreiro...
E nesse Emaranhado Rufiniano, quero me emaranhar."
(Camila Senna)
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Lançamento de Emaranhado no CCDonana
16 anos depois de ter lançado meu primeiro livro de poesias Doces Versos da Paixão, tive a honra de lançar no Centro Cultural Donana, onde apresento o Sarau Donana junto do coletivo Pó de Poesia, neste último sábado de 31 de maio de 2014, meu segundo livro Emaranhado pela editora Maple. A noite foi um sucesso e recebemos artistas e intelectuais de todo o Rio de Janeiro. O livro de tem prefácio de Ivone Landim e já está a venda no site da editora.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Quebradas contam Abdias
Na noite do dia 14 de março foi apresentada dentro da programação da festa em comemoração ao Centenário de Abdias Nascimento (1914-2011) no Centro Cultural da Ação da Cidadania a performance teatral Quebradas contam Abdias, criação coletiva do Coletivo de Artes das Quebradas da Universidade das Quebradas.
Ator, escritor, artista plástico e ativista político, Abdias criou nos anos 1940 o TEN (Teatro Experimental do Negro), importante companhia de teatro que montava espetáculos de temáticas que valorizavam a cultura afro-brasileira e que lançou grandes atores e atrizes como Ruth de Souza e Léa Garcia. Abdias foi um grande defensor e difusor da cultura negro-africana.
O evento foi produzido pelo IPEAFRO que tem a curadoria de Eliza Larkin, viúva do grande mestre.
Quebradas contam Abdias
Criação coletiva do Coletivo Artes das Quebradas
Elenco por ordem de entrada:
João Griot (Exú/Abdias jovem); Nelson Crisóstomo (Griot); Marcio Rufino (Abdias Nascimento); Tetsuo TEkita (povo); Edmar Júnior (povo); Noélia Albuquerque (povo/yabá) Tica Fernandes (povo/yabá); Emanoel Crisóstomo (Abdias menino); Valéria Barbosa (yabá); Eliete Miranda (Oxum).
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
sábado, 30 de novembro de 2013
Estação Nordeste
No sábado do dia 09 de novembro, passei a tarde interpretando Patativa do Assaré, Chico Science e Lêdo Ivo nos vagões do metrô do Rio da estação do Estácio até a Pavuna. E que eu estava participando do evento cultural Estação Nordeste onde eu e os poetas Augusto Guimaraens e Ana B que também representaram poetas nordestinos. Tudo sob a organização do também poeta e agitador cultural Lucas Viriato.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Lá Fora
Dizem pra eu tomar cuidado lá fora
Mas lá fora é um menino desamparado
Uma casa em área de risco
Um imigrante desabrigado
Um olho com cisco
Mas lá fora é um menino desamparado
Uma casa em área de risco
Um imigrante desabrigado
Um olho com cisco
Dizem que lá fora é tudo muito perigoso
Mas lá fora é um filhote recém-nascido
Um trabalhador atrasado no meio do engarrafamento
Um apaixonado desiludido
Uma sacola solta, flutuando no meio do vento
Mas lá fora é um filhote recém-nascido
Um trabalhador atrasado no meio do engarrafamento
Um apaixonado desiludido
Uma sacola solta, flutuando no meio do vento
Dizem que lá fora é tudo muito ruim
Mas lá fora é um professor perdido
Uma criança sendo abusada
Um judeu incircunciso
Uma mulher sendo estuprada
Mas lá fora é um professor perdido
Uma criança sendo abusada
Um judeu incircunciso
Uma mulher sendo estuprada
Dizem para eu não confiar em ninguém lá fora
Mas lá fora é uma cama desarrumada
Um aluno esperando sua aula
Uma dona de casa abandonada
Um ateu tentando acreditar na alma
Mas lá fora é uma cama desarrumada
Um aluno esperando sua aula
Uma dona de casa abandonada
Um ateu tentando acreditar na alma
Lá fora também chora
Lá fora tem sua responsabilidade
Lá fora também adora
Lá fora tem sua fragilidade
Lá fora tem sua responsabilidade
Lá fora também adora
Lá fora tem sua fragilidade
Aqui dentro também é lá fora
Lá fora também é aqui e agora
Lá fora também é meu
Lá fora também sou eu
Lá fora também é aqui e agora
Lá fora também é meu
Lá fora também sou eu
Marcio Rufino
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