"Marcio é maravilhoso

Marcio é divino

Marcio é moço fino

Rufino é homem com olhar de menino

Marcio é decidido

Marcio é mestre, brilha no ensino

Marcio é guerreiro...

E nesse Emaranhado Rufiniano, quero me emaranhar."

(Camila Senna)















sábado, 12 de janeiro de 2013

Dois Estranhos



Desde quando casou                                                           
Ela nunca mais apareceu.
Apenas sua imagem viva
Que não era mais a mesma de antes,
Pois aquele sentimento
Que era uma brincadeira
Agora é uma realidade
E como toda verdade,
Reprimida e duvidosa.
Então, toda vez que ela aparece
Ela não é mais aquela
Como eu não sou mais aquele.
Somos dois fantoches indiferentes
Perdidos na paisagem


Marcio Rufino

3 comentários:

Maria Rodrigues disse...

Como é triste quando o sonho termina.
Lindissimo poema!
Um excelente 2013.
Beijinhos
Maria

maria inez da silva moraes disse...

PARABÈNS RUFINO!

Janaína da Cunha disse...

Amei o que li, senti e vi... estou seguindo seus versos, sua alma, sua essência. Beijos, poeta do amor!